Meu trabalho e eu

O que fazemos com nossos sonhos?

Publicado por: Nane em: 10/12/2009

twink: locked in love

Hoje foi um dia muito especial, logo de manhã recebi flores, com certeza foram das mais bonitas que já vi, tive uma reunião super legal, pra um projeto muito minha cara, desses que passo horas viajando em como vai ficar, pra terminar o dia fui ao primeiro evento do TEDx Vila Madá, que gostei muitooooooo, logo mais rola um post por aqui.

Acho que nunca estive num momento tão incerto da vida, é como se eu não soubesse o que vai acontecer na próxima semana, ontem mesmo, conversando com um amigo falei: “meu longo prazo tá sendo a semana que vem, ainda não tenho a menor ideia do que vou fazer no Natal”.

É engraçado como esses momentos da vida são ótimas oportunidades para repensarmos um monte de coisas, ou mais do que isso, para acessarmos conhecimentos que temos e que deixamos adormecidos quando estamos na correria louca do trabalho.

Tenho pensado muito a respeito dos meus sonhos e reparei que fazia tempo que não pensava nisso, não sei se quando estou numa estrutura organizacional isso fica mais evidente ou se realmente o ambiente não me favorece pensar nessas coisas. É  incrível como ultimamente tenho conversado a respeito disso com as pessoas e conseguido chegar mais perto de onde quero estar em vários âmbitos da minha vida: profissional, afetiva e até com a minha família.

Olhando para as coisas que sonhei há alguns anos, foi o que realizei de fato, então, não faz sentido nenhum pensarmos que uma coisa é idiota demais para sonharmos e levarmos a sério, minha vida é prova de que tudo o que queremos nós realmente podemos fazer.

Hoje meu post tá super meiguinho, mas é só uma forma de agradecer a vida e a todos os meus amigos que sonham, me permitem sonhar e ajudam a realizar meus sonhos!

Vamos sonhar negada… levar esse mundo pra frente!

=D

Não é diferente com as mídias sociais

Publicado por: Nane em: 16/11/2009

Hoje estava fuçando um blog gringo que gosto bastante, o  The Curious Brain, o mocinho posta várias apresentações interessantes e hoje adorei essa aqui:

É de um português super moderninho, pelo jeito esse tema tá quentíssimo em Portugal. Enfim, o cara apresenta de uma forma muito engraçada vários questionamentos sobre mídias sociais. A apresentação tem vários slides divertidos e citações que me fizeram pensar bastante, uma das coisas mais interessantes é que ele cita 4 situações que acontecem com frequência no uso da mídias sociais por organizações:

  1. Gimmicrky (não consegui encontrar uma boa tradução pra este termo);
  2. Falta de idéias sólidas;
  3. Execução ruim;
  4. Tático ao invés da estratégia.

Lendo isso pensei: não é que a maioria dos projetos em organizações sempre fracassa pelos mesmo motivos, mesmo com as mídias sociais que parecerem ser a última bolacha do pacote não é diferente, já que o jeito de pensar as coisas infelizmente é o mesmo e as pessoas que planejam essas ações costumam ser as mesmas também, então como fazer esse treco dar certo???

No decorrer da apresentação aparecem várias provocações interessantes, adorei essa:

“How to get a million hits, followers, lists, comments,links,posts,friends, fans and re-tweets?

Anser: Do something meaningful”.

- Eoghan McCabe, Contrast

Pra terminar, destaco este gráfico que analisa a expectativas x o número de anos que uma tecnologia leva para se tornar mainstream:

169368_0001

(Clique na imagem para visualizá-la)

Procurei a fonte e encontrei uma pesquisa realizada pela Gartner, Inc sobre as expectativas sobre a utilização de diversas ferramentas e o que de fato está sendo implementado, um dos resultados é bem óbvio: “Disillusionment is beginning based on the realization that, even with a suite, much work must be done to build an effective social software deployment”.

Pra variar é legal, mas não faz milagre né?

É necessário coragem e ralação, quem tá afim de trabalho duro???

The Fun Theory de dentro pra fora?

Publicado por: Nane em: 26/10/2009

Aie, esse blog tá tão abandonadinho, precisava escrever hoje. Recebi na semana passada do meu ex chefinho querido um video da campanha da Volkswagen ” The Fun Theory“.

The fun theory

Ao entrar no site da camapanha você se depara com uma descrição muito bonitinha: This site is dedicated to the thought that something as simple as fun is the easiest way to change people’s behaviour for the better. Be it for yourself, for the environment, or something entirely different, the only thing that matters is that it’s change for the better.

Essa frase me fez pensar em muitas coisas, muito mais do que os vídeozinhos que são a sensação da internet no momento:

A primeira coisa que pensei foi, gente o que uma coisa tem a ver com outra???? Porque raios eu compraria um carro depois de ver esses vídeos? Mas aí pensei melhor e outras perguntas vieram… bom a Volks não colocou a sua marca e nem associou a nenhum produto as intervenções urbanas que geraram esses vídeos… ai pensei de novo, quem foi o gerente de mkt doido que autorizou gastarem dinheiro com isso?

Aí pensei melhor e imaginei… hum, obviamente não deve ter sido alguém de marketing. Ainda mais pelo propósito nada desprentensioso da campanha, is dedicated to the thought that something as simple as fun is the easiest way to change people’s behaviour for the better”.

Este é um propósito muito maior do que simplesmente vender um carro, isso é mudança de comportamento e fiquei pensando no papel das empresas justamente aí… Quando propomos uma campanha dessas estamos dizendo ao mundo que é nisso que acreditamos, que é isso que vamos fazer, será?

Não é nada raro colocarmos uma campanha pra fora e não refletirmos nenhum pouquinho se realmente praticamos aquilo que estamos dizendo… Bom, mas  esse é só mais um dos meus milhões de questionamentos. Não conheço nada da cultura organizacional da Volkswagem, só espero de coração que eles realmente trabalhem  tendo em vista que: the only thing that matters is that it’s change for the better - que seja melhor pro meio ambiente, para os funcionários, para os consumidores… enfim pra todo mundo… Senão negão… não vale ficar construindo pianinhos por aí pra que a gente possa somente dar umas risadas.

Nane =D

Diálogo com Allan Kaplan

Publicado por: Nane em: 18/10/2009

Faz muito tempo que não estou dando conta de postar todos os convites super legais que tenho recebido, mas este vale muito a pena:

allanok
Venha explorar suas reflexões sobre processos de aprendizagem, perspectiva sobre o mundo e o significado de ser um Artista do Invisível.

Dia: 22 de outubro de 2009, 9h00 às 18h00
8h45 – Café de Boas-Vindas
Local: The Hub , Rua Bela Cintra, 409

Investimento: R$ 180,00 (inclui work-lunch)
Desconto especial para Membros  The-Hub  R$ 160,00

Inscrição: saopaulo.hosts@the-hub.net
11- 3539-8574 (Marina e Emi)

Allan Kaplan é autor de “Artistas do Invisível”, tema de nosso encontro e “Action learning for development” e “The development practitioner handbook”. É um dos fundadores do Community Development Resources Association (CDRA), ONG sul-africana que há 15 anos fomenta o aprendizado consciente e contínuo sobre processos de desenvolvimento e a arte de neles intervir. Atualmente atua na ONG
The Proteus Initiative .

Organização: The Hub-São Paulo
Apoio: Instituto Fonte

RevoluçãoLego

Genteeeeeeee, este ano coisas muito místicas estão acontecendo, encontros estão dando certo, outros dando errado, mas uma amiga minha anda dizendo que a revolução pela qual todos nós ativistas (de qualquer movimento, desde as meninas do  Girl Geek Dinners até o pessoal das mudanças climáticas) esperávamos vai começar muito em breve.

Eu, como sou mais pé atrás com as coisas  estava demorando a me convencer, mas lendo o Valor Econômico hoje (privilégio de quem é freela…hahaha) vi a matéria que dizia que o Guilherme Leal, um dos manda chuvas da Natura, tinha se filiado ao Partido Verde e piorrrr (ou melhor) é cotado para ser o vice da Marina. E não foi só ele, toda uma patota(super do bemm) de empresas e organizações que respeito muito: Roberto Klabin, Fernando Garnero, Ricardo Young, Enrique Svirsky, Fernando Simões, Ana Toni e mais uma galera se filiaram ontem ao PV.

” O “efeito Marina” aumentou de forma significativa o número de filiações ao partido.  “A procura pelo partido, depois da entrada da Marina, cresceu muito.  Não são políticos tradicionais, mas empresários, intelectuais e artistas ligados à defesa do meio ambiente”, comentou Penna.  O PV ainda não contabilizou o crescimento do número de filiados ao partido.  O balanço deve ser fechado depois do dia 03 de outubro, segundo Penna”. – Valor Econômico

Será que a hora é agora? Vai ser empresas, ongs, políticos todo mundo se organizando pra tomar o poder? Nossa, nunca me senti tão aluna da Puc ao escrever um texto no blog…

Ainda preciso analisar com mais cuidado todas as informações, mas fontes quentíssimas garantem que esse movimento vai ganhar força: Movimento Marina Silva .

Para ler a matéria do Valor Econômico acesse: Amazônia.org

As intrépidas aventuras de um jovem executivo

Publicado por: Nane em: 28/09/2009

jovem-executivo

Li esse mangá-auto-ajuda-para jovens há algumas semanas e ainda não tinha comentado sobre ele aqui no blog. É bem levinho e engraçado, resta saber se os jovenszinhos tão encanados com ascenção rápida, status e outras coisinhas mais do mundo corporativo vão dar atenção aos conselhos da sábia Diana.

Eu ria muito sozinha, principalmente quando o personagem principal, Johnny Bunko,  passava por entrevistas de emprego, teve uma pergunta genial que ele precisou responder:  Se você fosse uma sopa em lata, qual sabor você seria? Muito boa!!! Essa eu vou guardar para quando precisar entrevistar alguém.

O livro foi escrito por Daniel Pink , esse moço anda escrevendo livros que parecem ser badaladinhos, mas eu não conheço, procuraí: A Revolução do Lado Direito do CerébroO Cérebro  do  Futuro.  Foi desenhado por  Rob Ten Pas , o bizarro é que o cara é americano (devia ser japa, como assim???), mas os quadrinhos são lindos mesmo.

É de leitura fácil e rápida, li em 4 horas. Discute alguns temas que são super relevantes como: carreira, expectativa, relação funcionário x chefe, criatividade e inovação, reconhecimento, tudo de maneira bem irônica (acho que foi por isso que gostei tanto).

Não sei se a parte “Guia de carreira”, a qual todo mundo que escreve sobre o livro comenta é o ponto mais alto, mesmo porque os “conselhos” são passados de maneira tão rápida que se você não acredita realmente naqueles pontos (eu acredito) pode passar batido.

Por fim, acho que não é um livro só pra jovens, tem uma linguagem voltada pra gente, mas os assuntos são relevantes para todas as pessoas que estão em carreiras mais formais, e os dilemas que ele enfrenta eu já vi muita gente bem mais velha e sênior passando, na verdade que bom seria se todos nós passássemos por eles ainda jovens.

Enfim, vale a pena, para destacar um dos conselhos e deixar todo mundo com (ou sem) vontade de comprar o livro, o primeiro da lista é: “NÃO HÁ PLANO”.  Esse papinho que ouvimos desde que estamos no colegial de que temos que ter nosso futuro devidamente calculado e planejado, que precisamos montar nosso plano de carreira quando somos estagiários e percorrê-lo pelos 5, 10 anos a seguir é balela mano, existem tantas possibilidades no caminho e situações que acontecem que é praticamente impossível prever onde estaremos nos próximos 5 anos.Ele dá algumas pistinhas do que fazer já que não existe plano, por isso leia o livro!!!!!

=D

A merecida revolução nos processos de trainee

Publicado por: Nane em: 24/09/2009

trainee

Imagem de Luiza Pannunzio, disponível em: flickr

Ta aí um assunto  sobre o qual eu nunca tinha pensado em escrever, primeiro porque acho processos de trainee um pé no saco e depois porque sinto que as pessoas se tornam muito competitivas ao participarem dessas seleções. Mas a vida sempre dá voltas e hoje fui a um evento para discutir justamente sobre inovação nos processos de seleção de jovens.

Foi um encontro muito bom, organizado pela Across, empresa muito bacana de desenvolvimento organizacional, eles fizeram um debate com o super fino, Michel Authier , juntamente com uma moça do grupo Votorantim e outra da Natura, além de uma blogueira universitária muito fofa, a Lili, pena que ainda não consegui encontrar o blog dela.

A conversa foi bem interessante, principalmente porque finalmente as empresas estão colocando os incômodos (essa a proposta do encontro) na mesa. Gostei muito de perceber que  novos olhares estão sendo lançados na maneira de se executar esses processos, pelo que entendi mais coisas vão valer além de um currículo engomadinho. Ouvi bastante a palavra autoconhecimento (o que me deixou bem feliz) e adorei a conexão entre valores pessoais x valores da empresa, não entendi bem como isso funciona na prática, mas ao ver a moça da Natura falar, botei uma fézinha que não é só mais o blá blá blá da vez.

Tudo isso me fez pensar em como eu faria um processo de trainee, seria mais ou menos assim:

  1. O questionário inicial seria bem sucinto (mencionar meus conhecimentos em pacote office não seria necessário);
  2. Ao invés de provas e mais provas haveria desafios inteligentes ligados a pessoas, internet, comunicação,projetos sócio-ambientais e questões críticas para o sucesso do negócio;
  3. Eu poderia trabalhar com os outros candidatos de uma forma não agressiva e nem teria que provar pra eles que sou a melhor… na verdade gostaria bastante de ter que provar justamente ao contrário, que em grupo somos melhores;
  4. Ao invés de falar sobre valores eu gostaria de ser bem tratada pela empresa em todas fases do processo – pra mim essa é melhor forma da empresa me mostrar que realmente tem valores;
  5. Ao invés de dinâmicas para avaliar minha capacidade de trabalhar em grupo e lidar com pressão nós conversaríamos bastante sobre o que queremos do mundo, pra onde vamos e por aí vai;
  6. Eu gostaria de saber muito, muito mesmo sobre as atividades da empresa e o jeito de fazer as coisas dentro dela, cada setor é um mundo… é importante a gente saber onde tá se metendo.
  7. Enfim, queria sentir que no final de tudo saí com um pouquinho mais de experiência (não só em participar de processos seletivos), que aquilo foi bom pra mim em alguma coisa…

Isso é pra mim, e pra você? Existe um processo de trainee ideal ou o que tá rolando por aí tá bom??

Ahhhh, pra quem quer conhecer a proposta da Natura, assista o vídeo convite:

Hora de começar coisas novas

Publicado por: Nane em: 11/09/2009

ubuntuUhuhuhuhu, tava na hora de eu contar pra onde tô indo… aproveitando o post super bonitinho que o Edu fez pra mim no blog  da Ubuntu também estou super feliz de começar esse novo projeto.

Somos uma consultoria de projetos de Change Management, Coaching (hahaha) e Educação para desenvolvimento de líderes empreendedores, super blá blá blá né? Mas somos legais, pode acreditar!!!!

Por enquanto somos o Edu e eu e alguns super parceiros em projetos específicos, estamos num escritório na Vila Madalena (nem é minha cara né?) e em breve teremos muitas novidades.

Temos o objetivo de criar uma grande rede de pessoas que acreditam no empreendedorismo no Brasil, você é uma delas? Acesse o site e nos dê um olá: Rede Ubuntu

Uhuhuhu, tô muito feliz!


Antes do fim

Publicado por: Nane em: 27/08/2009

Hoje foi meu último dia oficial de trabalho, este post é simplesmente uma lembrança que terei pra sempre de todas as pessoas adoráveis que conheci ao longo dos meus 4 anos de  Daiichi Sankyo Brasil:

DSC07437Minha mesinha fofa

DSC07419Pessoal da Embalagem

DSC07435Dona Lili, Érica e as famosas Ikebanas

DSC07417Garantia da Qualidade

DSC07443Efetividade Operacional – os doidos + legais!!!

DSC07420Meninos da Produção

DSC07445Super Rachel, e não é minha irmã

DSC07422Meninas da produção – eu não parava de chorar

DSC07446Pedacinho do Mkt

SDC12550Engenharia, Validação e a Vivi – Fofosssss!


Minha bateria acabou, amanhã termino de postar as fotos, amo vocês!


Líder ou tirano? O que você vai ser quando crescer?

Publicado por: Nane em: 23/08/2009

star-wars-lego-2

Fotinho disponível em:http://bit.ly/xiU4y

A Amana divulgou pelo twitter essa semana, quem quiser é só seguir @amanakey , o material que o Oscar Motomura utilizou em sua apresentação no CONARH, 35º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, todos os materiais são muito interessantes, mas a transcrição de um vídeo do Drº Rômulo Mello Silva me fez pensar bastante.

Não sei muito sobre ele, só sei que é médico antroposófico e obviamente o conteúdo é baseado na antroposofia, mas o ponto que quero destacar não aprofunda esta abordagem.

Durante o discurso ele vai descrevendo a evolução das pessoas, bem baseado na divisão da vida por setênios e no início ele comenta o processo de gratidão das crianças que são naturalmente agradecidas ao saciar seus desejos e que isso permite que elas tenham um sentimento de gratidão pelo mundo.

E ai ele destaca que essa é uma das principais características do líder: “porque o líder vai devolver ao mundo em gratidão, por tudo que ele recebeu”.

” O Steiner coloca que esta gratidão é fundamental para o convívio social, porque imagina um indivíduo que está insatisfeito. Este indivíduo tem algo a devolver pro mundo? … é uma das primeiras qualidades que o indivíduo precisa desenvolver para ser um bom líder”.

O Dr° contínua discutindo e chega em outro ponto muito importante, a capacidade de êxtase: ” o êxtase é a capacidade de estesia – ela é fundamental para o ser humano, justamente porque o Steiner falava que é a base para o amor… se o indivíduo não desenvolve na alma a capacidade do êxtase ele não é capaz desse amor e esse belo”.

Ele discute um pouco a questão do sacrifício e depois conclui: ” Se a gente desenvolve adequadamente a gratidão… o amor ou estesia… e o espírito de sacrifício, ai eu desenvolvo as principais características de um líder.

…se ele não desenvolveu ele entra num processo de grande insatisfação, porque não importa o poder que ele tenha…e ao invés dele se preocupar com o mundo, ele se preocupa cada vez mais com ele mesmo, e ai se torna o oposto do líder,o tirano. Porque o tirano não está preocupado com o ideal, ele está preocupado com ele e com o poder dele. E o tirano, a grosso modo, ele têm uma vivência: “eu sei o que é melhor pro outro”. É o líder ao contrário, porque o líder não sabe o que é o melhor para o outro, ele trabalha em conjunto com o outro. Ele, pelo contrário, desenvolve uma grande capacidade presente de tolerância com as dificuldades das pessoas”.

Ai gente, achei esse texto de uma profundidade imensa, e como eu tenho um princípio de só falar daquilo que eu vivi, fiquei muito feliz, porque realmente conheço algumas pessoas que são verdadeiros líderes, e lógico, porque senão era muito fácil, conheci uns tiraninhos por aí.

O que importa nisso tudo é o que queremos ser, líderes ou tiranos?

Como tudo na vida tá sempre na nossa mão, é lógico que o caminho da liderança não é o mais fácil e óbvio e depende de uma sensibilidade, paciência e imensa humildade. Eu quero ser líder, não tirana, espero que você que está lendo isso tenha o mesmo desejo porque aí teremos empresas e um mundo melhor para todos!

O texto que serviu de base para esse post e muitas outras coisas legais estão disponíveis em: http://bit.ly/P2g8B não deixe de acessar, é um conteúdo valioso!!!

=D